A moribunda ---- ( Ana Lúcia Amaral ) Numa noite qualquer neste mundo de meu Deus, uma família de classe média de Alagoas começa a passar por momentos não muito agradáveis. Pelo telefone, a recatada Catarina informa que sua irmã, a amada e respeitada Concinha, não passava bem. Do outro lado da linha, a grande amiga pede calma e diz que em poucos minutos chegará. Ela é médica. Pode não salvar, mas entende muito bem a situação que lhe espera. No quarto, muito bem ambientado, repousa Concinha. Cheia de qualidades, admirada por todos. E, naquele clima de inquietações, ela acorda, olha bem distante, pede um cigarro que lhe é negado, claro, e chama pela ex-namorada, Fabiana, com quem tinha um relacionamento aberto. A irmã, que não larga do plantão 24 horas, pede-lhe calma e ela adormece. Com esses sonhos ou pesadelos, a moribunda, tossindo bastante, definha a olho nu. Seu passado foi bem agitado nas rodadas de cervejas e cigarr...